domingo, 8 de abril de 2012

Guarulhos, 03 de abril de 2012

À Diretoria Acadêmica e Administrativa da EFLCH, e à Reitoria da
Universidade Federal de São Paulo

Os estudantes da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas do campus Guarulhos da UNIFESP vêm comunicar que estão em greve por tempo indeterminado desde o dia 22 de março de 2012 e que apresentam uma “Carta de Reivindicações” para abrir negociações.

A greve imediata foi APROVADA em Assembleia Geral, com participação e aprovação do quorum exigido para deliberação. Os estudantes organizaram o
Comando de Greve e reunidos elaboraram e aprovaram uma carta de reivindicações, em Assembleia Geral no dia 28 de março, com presença de 1300
discentes, acrescendo que a continuidade da greve foi aclamada por mais de 90% dos presentes.
 
Segue anexa a “Carta de Reivindicações.” Aguardamos a resposta de forma pública e oficial para realizarmos a primeira reunião de negociação.

Comando de Greve dos estudantes da EFLCH-Unifesp

*

Carta de Reivindicações do Movimento Estudantil da EFLCH-Unifesp
Eixo 1: INFRAESTRUTURA

Item 1: PRÉDIO NOVO

Nosso prédio definitivo é prometido desde o início das atividades deste campus, em 2007, porém até hoje, 6 anos depois, não saiu do papel. O início de sua construção é anunciada ano após ano, sempre para o próximo “Janeiro”, promessa que nunca se cumpriu, mesmo após a última greve de 2010. Enquanto isso, a UNIFESP é denunciada por aluguéis de prédios nunca utilizados¹, e outros prédios, como o da reitoria, são construídos sem entraves burocráticos.²  Percebe-se falta de transparência tanto nos processos licitatórios quanto no próprio projeto arquitetônico que nunca foi exposto para a discussão pela comunidade acadêmica. Já o atual prédio que utilizamos, chamado de Unidade I pela Diretoria Acadêmica, é insuficiente e não possui nenhum tipo de manutenção, recebendo improvisações paliativas para a criação de novos espaços – como o uso de divisórias para criação de salas de professores -, mantendo-se no seu limite de lotação. Nossa biblioteca não possui mais espaço para acomodar seu acervo didático, havendo atualmente 16 mil livros encaixotados, indisponíveis para consulta, e apesar de haver um projeto de ampliação da biblioteca, ele é também insuficiente e de caráter provisório, haja vista que irá acomodar somente os livros atualmente indisponíveis, não contando com futuras doações e ampliação do acervo. Por falta de salas, desde 2010 ocupamos 12 salas do CEU³, destinadas a população de Guarulhos, mais especificamente aos moradores do bairro dos Pimentas. A nova solução apresentada pela diretoria acadêmica resume-se ao aluguel de um galpão de lixo industrial, localizado em frente ao CEU, sem nenhum laudo de segurança para acomodação de pessoas. A princípio, o galpão irá acomodar nossos livros encaixotados, documentos e o setor administrativo, mas essa solução não resolverá nosso problema de espaço até a construção do prédio definitivo e não aceitamos a locação de acervo e funcionário em um edifício insalubre, além de sermos contra a ocupação de salas do CEU. Tendo em vista que nossa Universidade parece ter criado a tradição de tornar definitivas todas as soluções provisórias, exigimos:
  1. Conclusão do processo licitatório e início da construção do prédio central com acompanhamento de uma comissão paritária dos três setores (discentes, docentes e técnicos-administrativos). Caso o processo licitatório não tenha êxito novamente, exigimos a apresentação de uma plano emergencial a ser discutido pela comunidade acadêmica.
  2. Abertura e divulgação do projeto arquitetônico do prédio central para discussão pela comunidade acadêmica.
  3. Compra do terreno onde o galpão alugado está localizado e acompanhamento do processo pela mesma comissão .
  4. Definição de um local adequado e próximo ao campus durante a construção do prédio central, haja vista a incompatibilidade das atividades de um canteiro de obras com um ambiente de estudos, por questões de segurança e ruído.
  5. Fim das aulas no CEU, pois o CEU pertence ao bairro.
  6. Garantia de espaços de vivência específicos e adequados aos Centros Acadêmicos e demais entidades estudantis (IES, Atlética, NUCCA…) de forma a proporcionar nossa melhor mobilização e organização.

    Item 2: MORADIA UNIVERSITÁRIA

    Compreendemos a questão da moradia universitária primeiramente como um direito histórico, que tem como objetivo primordial garantir a permanência dos estudantes oriundos de outras localidades. Também é um direito previsto pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil (Decreto nº 7234, 19 de jun. de 2010)4, destinado inicialmente aos estudantes em condições socioeconômicas desfavorecidas. Sabemos que já foram iniciados os estudos para o projeto de moradia universitária pela Comissão Paritária de Moradia, que pretende garantir o princípio de uma moradia com espaço de vivência, áreas para atividades culturais e de extensão, abertas à comunidade do entorno. Porém, também sabemos que o processo encontra-se em vias de abertura de edital, previsto para maio de 2012, e de seleção do projeto arquitetônico, que requer um terreno com escritura regularizado em nome da UNIFESP, mas dos três campi participantes do edital, apenas Guarulhos ainda não possui o terreno.5 Nesse sentido, exigimos:

  7. Aquisição urgente de terreno para garantia da construção da moradia universitária dentro do prazo previsto com acompanhamento da Comissão Paritária de Moradia.
  8. Garantia de um projeto de moradia estudantil que possua espaços para atividades culturais, projetos de extensão e centros de vivência.
Item 3: CRECHE

1. Viabilização e implementação de creche no campus, integrando a demanda de tal serviço a um projeto pedagógico, direcionado a estudantes, funcionários e professores.

Item 4: AMPLIAÇÃO DO BANDEJÃO

O Restaurante Universitário surge em nosso campus como uma conquista do Movimento Estudantil da UNIFESP. Entretanto, seu espaço não foi ampliado e está provisório há 3 anos, mostrando-se insuficiente para a demanda do campus. Reconhecemos que a Comissão Paritária de Alimentação, atualmente fiscalizadora desse serviço, tem se mostrado eficiente na garantia de melhoria do serviço e das refeições oferecidas, porém a reivindicação do Movimento Estudantil sempre foi por um restaurante universitário/popular, com refeições acessíveis a todos. Para um atendimento minimamente adequado do R.U. à comunidade acadêmica e ao bairro, até a futura conclusão do prédio definitivo, exigimos:
  1. Ampliação e reforma do espaço do Restaurante Universitário com acompanhamento da Comissão Paritária de Alimentação.
  2. Garantia de diversidade e qualidade das refeições oferecidas.
  3. Redução do valor das refeições para R$1,00 a toda a comunidade acadêmica (incluindo funcionários e terceirizados)
Item 5: LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA E XEROX
  1. Providenciar novos laboratórios de informática e laboratório de línguas
  2. Instalação e ampliação imediata da rede wireless, aumento da velocidade da navegação e aprimoramento do serviço de impressão.
  3. Adequação da xerox às demandas da comunidade acadêmica.
Eixo 2: ACESSO E PERMANÊNCIA

Item 1: TRANSPORTE

Encontramo-nos numa situação limite em relação a locomoção até o campus. A maior parte dos alunos partem de São Paulo e chegam a demorar de duas a três horas de viagem para chegar ao campus. O atual ônibus fretado, que faz o trajeto metrô Itaquera-Campus Guarulhos, apesar de prometido para meados de 2010 foi implantado tardiamente após o início da greve em outubro do mesmo ano, sem uma consulta efetiva das reais necessidases dos estudantes sobre qual percurso seria mais utilizado. Pouco mais de um ano após sua implantação, a quantidade de ônibus e de viagens oferecidas se mostra insuficiente para a atual demanda do campus. Apesar de seus benefícios, o Movimento Estudantil sempre compreendeu o uso do ônibus fretado como uma solução paliativa e provisória, defendendo o estabelecimento de melhorias efetivas no transporte público para a região, e entende que é de responsabilidade da Universidade articular soluções com o poder público para garantir a mobilidade dos alunos ao campus, instalado numa região precária em transporte de massa. Em comunicado de 28.10.2010, a diretoria afirma já estar em andamento “uma estratégia para abordar institucionalmente a Secretaria Estadual de Transportes de modo a buscar um serviço de transportes suplementar para discentes, docentes e servidores.“, porém estas mudanças nunca aconteceram. Por isso, exigimos que:
  1. Após a aquisição dos novos ônibus já anunciados pelo diretor acadêmico, que seja ampliado o horário de funcionamento da linha Itaquera já existente, garantindo partidas regulares ao longo do dia, a partir das necessidades dos estudantes, professores e técnicos.
  2. Criação de novos itinerários para o ônibus fretado, baseado em uma nova pesquisa sobre as demandas dos estudantes (Ex: viagens no período noturno até o metrô Barra Funda e Sacomã, com parada no centro de Guarulhos, ou outros pontos).
  3. Abertura do contrato entre a universidade e a empresa terceirizada que atualmente oferece o serviço para fiscalização e melhoria dos serviços prestados, e esclarecimento sobre relação entre as empresas de ônibus Santo Ignácio (vinculada ao ex-reitor) e a nova empresa Beija Flor.
  4. Efetivação das negociações com as Secretarias de Transporte de Guarulhos e de São Paulo, prometidas desde a greve de 2010, para implantação de novas linhas regulares, que partam de diferentes estações de metrô, atendendo à demanda da região.
Item 2: AUXÍLIO PERMANÊNCIA

Apesar do aumento no valor vigente, em relação aos auxílios (alimentação, moradia, transporte e creche), baseado no IPCA de 2012, os mesmos se encontram defasados pela falta de reajuste dos anos anteriores.
No início do ano de 2012, os alunos que receberam tais benefícios sofreram com os atrasos dos pagamentos, fator decorrente da falta de funcionários no NAE Campus Guarulhos. De acordo com o Fórum Nacional de Assistência Estudantil, foi apresentado um relatório que para cada mil estudantes é necessário uma assistente social; no Campus Guarulhos há apenas uma assistente social para três mil alunos. Por isso, exigimos:
  1. Ampliar os funcionários do NAE, assim como melhorar suas condições de trabalho.
  2. Aumento no valor das bolsas de permanência que se encontram defasadas desde 2010.
Eixo 3: REPRESSÃO

Os 48 estudantes envolvidos na ocupação da reitoria em 2008 responderam à sindicância administrativa que, a princípio, apuraria os fatos dentro da instância da instituição universitária. Decorridos alguns meses, sem nenhuma conclusão deste processo, um inquérito na Polícia Federal foi aberto, baseado nos artigos 163 (incisos I e III) e 288 do código penal, referentes respectivamente a danos ao patrimônio público e formação de quadrilha. A acusação é rejeitado pela juíza, que alega falta de provas para acusação dos estudantes, mesmo que individualmente, conforme artigo 395 do mesmo código. Ardilosamente, o Ministério Público dá continuidade a este processo, alegando seguidos “equívocos” da juíza que não teria analisado os autos em sua totalidade. O Promotor insiste na consistência das provas de “verdadeira selvageria” e apela ao princípio in dubio pro societate – “na dúvida, deve-se interpretar a norma a favor da sociedade” – aonde o bem social em nosso “Estado democrático de direito” é privilegiado, como podemos observar pela tradição da justiça brasileira. Portanto, exigimos a:
  1. Retirada dos processos criminais contra os 48 estudantes da Polícia Federal, e de qualquer instânciajurídica, e fim dos processos administrativos contra o movimento estudantil.
Eixo 4: TRANSPARÊNCIA

Os mecanismos institucionais de representação não contemplam satisfatoriamente a categoria discente, no interior da  Congregação, nem a comunidade acadêmica do campus Guarulhos, no CONSU (Conselho Universitário), e além disso identifica-se uma falta de transparência e má gestão da diretoria acadêmica e da Reitoria no que tange aos interesses do nosso campus. Nesse sentido, defende-se a implantação de um modelo de gestão que objetive garantir transparência e acesso facilitado a todos os processos burocráticos no âmbito da universidade, como pesquisas sobre a comunidade acadêmica, projetos arquitetônicos e plantas de construções, estatutos em geral, regulamentos internos, contratos de toda ordem, laudos e relatórios, estudos de viabilidade, orçamentos, elaboração de editais e processos licitatórios, entre outros. Essa gestão regulamentaria o envolvimento de uma equipe nos processos do campus Guarulhos da Unifesp, garantindo autonomia e responsabilidade aos membros participantes, e sendo formada paritariamente em porcentagem, proporcionalmente entre o quadro de estudantes, professores e o corpo administrativo do campus. Os membros colaboradores participariam, então, das definições dos objetivos e metas, dos processos de tomada
de decisão e teriam acesso às informações e controle na execução de projetos, proporcionando momentos de criação coletiva e negociações sobre as questões do campus, o que otimizaria o tempo de execução e garantiria a melhoria da qualidade nos processos.
  1. Criação de uma comissão paritária de estudantes, professores e funcionários, para a fiscalização das obras, licitações e todos tramites burocráticos.
  2. Paridade entre alunos, professores e funcionários no CONSU, assim como a revisão do Estatuto que rege a Unifesp, de forma a prever maior democratização da instituição.
São campanhas permanentes do Movimento Estudantil da UNIFESP:
  1. Requalificação do REUNI, que desenvolveu um plano de expansão sem qualidade.
  2. 10% do PIB para a educação já.
  3. Fim das terceirização dentro da Universidade.
  4. Fim da criminalização do movimento estudantil e de todos os movimentos sociais.
  5. Permanência do campus no bairro dos Pimentas.
  6. Luta por um transporte público e de qualidade na região, com diminuição das tarifas de ônibus – as mais caras do país -, e por um plano de mobilidade urbana a longo prazo.
_____________________________________________
1 - Divulgação no blog da UnifespemGreve, de 2010, com link para matéria da folha:<http://unifespemgreve.wordpress.com/2010/11/22/folha-unifesp-desperdica-r-12-milhao-com-alugueis/>
2 - Anúncio de compra pelo site da Prograd: <http://www.unifesp.br/prograd/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=1177:unifesp-adquire-novo-predio-para-instalar-administracao-central-da-instituicao&catid=273:noticias-unifesp&Itemid=100025>
3 - Informação concedida por funcionário do CEU.
4 - Link para o Decreto: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Decreto/D7234.htm>
5 - As informações sobre o prazo do edital foram dadas pela Profª Dra. Manoela Rufinoni (História da Arte) que faz parteda Comissão de Moradia, porém essas informações não foram localizadas nos documentos disponibilizados no site daPRAE (<http://prae.unifesp.br/comissoes-paritarias>

FONTE: greveunifesp.wordpress.com

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Conselho Regional dos Estudantes de Ciências Sociais - CORECS SUDESTE 2011

Às escolas do SUDESTE
Sobre o Conselho Regional dos Estudantes de Ciências Sociais - CORECS SUDESTE 2011

Tendo em vista a aproximação do CORECS-SE nós, comissão organizadora, pedimos, encarecidamente, que as escolas participantes nos enviem a quantidade e as pessoas previstas que participaram do CORECS-SE. Tal necessidade se dá visto que a metodologia e estrutura serão organizadas visando o número de pessoas. 
A comissão entende que este espaço é de construção e formação dos grupos e, portanto, para facilitar as discussões é necessária a representação de todos os núcleos, porém é inviável a presença de todos os integrantes. O fato também se justifica por cada integrante gerar um custo a mais e também em função do caráter do próprio CORECS-SE (não é um encontro regional). 
O valor estabelecido para ajuda de custo do CORECS é de R$30,00 (trinta reais), nos quais estão inclusos a hospedagem e alimentação. Os dados deverão ser enviados até o dia 30 deste mês. 
Apenas para constar, estamos planejando um CORECS para no máximo 60 de pessoas de fora da UFV, ou seja, caso exceda esse número teremos de conversar com as escolas. Mas a priori, enviem TODOS os nomes que estão CONFIRMADOS para participarem do CORECS (para este e-mail).

Muito obrigad@.
Articulação Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais
ANECS - Núcleo da UFViçosa

Assembléia dos Estudantes de Ciências Sociais

UNIFESP campus GUARULHOS

Pauta única: 

Abertura do processo eleitoral para o CACS


DIA 04/10/11, 3ªF, 18h na ágora!
Compareça, é muito importante a presença de tod@s!
Acompanhe este importante processo de construção do Centro Acadêmico,
onde a participação de todos é indispesável para conquistarmos nossos direitos e nos mobilizarmos por uma universidade pública, gratuita e de qualidade!
Venha e participe da Comissão Eleitoral!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

ENECS 2011 - Inscrições Abertas - 09/05 a 11/07

É minha gente! As inscrições para o XVI ENECS 2011 já estão abertas!

Já temos confirmado o
 onibus,de acordo com a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, com saída no dia 15 de julho do campus Guarulhos, com destino à Belo Horizonte MG. o retorno será dia 24 de julho.

Procure o CACS e inscreva-se para as vagas do ônibus!!
 Parte da política da PRAE, o transporte será gratuíto, porém as inscrições dos eventos são estipuladas de acordo com a Comissão Organizadora do ENECS2011(até 31 de maio, R$70)
Atenção! Serão 900 vagas para um encontro que recebeu em média 2mil pessoas nas ultimas edições.

Eixos de debates propostos pela Comissão Organizadora:
- Expressões culturais no Movimento Estudantil
- Sociologia no Ensino Médio
- Formação do Cientista Social – Teoria e Prática
- Movimentos Sociais
- Opressões
- Universidade Privada
- Políticas Educacionais
- Atuação do Cientista Social

PARA SE INSCREVER, ACESSE:

ENECS 2011 - Inscrições Abertas - 09/05 a 11/07


Leia também::

Carta de apresentação do Movimento Estudantil de Ciências Sociais do Sudeste

“O que queremos de fato é que as Ciências Sociais e os
seus encontros estudantis voltem a ser perigosos.”

(Carta “Faz escuro mas eu canto...” da Coordenação Regional 
dos Estudantes de Ciências Sociais do Nordeste – Novembro de 2009)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Pela libertação imediata de Cesare Battisti

Confira texto sobre breve histórico e situação atual do caso Cersare Battisti
:: 
Solidariedade www.cspconlutas.org.br

Situação atual

Cesare Battisti será novamente julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) de Justiça, o que é injustificável.
Battisti obteve o status de refugiado político pelo Ministério da Justiça, o pedido de extradição feito pelo governo Italiano foi negado pelo presidente Lula, no seu último ato enquanto presidente, o STF já havia definido em julgamento que a prerrogativa da extradição cabe ao presidente e não há nenhuma sentença ou acusação contra o mesmo no Brasil.
A manutenção de Cesare Battisti numa prisão brasileira  além de ilegal e inconstitucional é uma vergonha para o nosso país. A presidente Dilma deveria tê-lo libertado a partir da negativa da sua extradição.

O que deverá ocorrer
O STF está aguardando o parecer do Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, que decidiu realizar um novo julgamento sobre a extradição de Battisti. Um absurdo jurídico segundo os mais renomados juristas do país.
Em Debate realizado em São Paulo no dia 14 de abril, na PUC, intitulado “A verdade sobre o caso Battisti”, com a presença de 300 pessoas e que teve como palestrantes: Carlos Lungarzo (Anistia Internacional USA); Celso Lungaretti (Escritor e Jornalista); Eduardo Suplicy (Senador da República); José Arbex Junior (Comunicação – PUCSP) e Paulo Arantes (Filósofo e Professor da USP), o Senador Suplicy declarou que o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, assegurou que seu parecer seria encaminhado ao Supremo Tribunal Federal na semana seguinte.
Obs: Quando o STF agenda os julgamentos, o faz com 1 semana de antecedência.

Breve Histórico sobre Cesare Battisti
Companheiros de Sindicatos e Movimentos Populares da CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular) pediram que eu fisesse um breve histórico sobre  Cesare Battisti para ser divulgado na base das entidades, pois a grande maioria dos trabalhadores são bombardeados pela mídia burguesa que aponta Cesare Battisti como um terrorista assassino.
No final da década de 60 e durante a década de 70, o mundo vivia o impacto das rebeliões de 68, além de ainda estar sobre a influência da Revolução Cubana. Nesse período foram implantados regimes de exceção e Ditaduras Militares em muitos países como ocorreu na América Latina e no Brasil. A Itália, na época, viveu os chamados “anos de chumbo” com uma repressão que culminou com massacres de trabalhadores e estudantes, tudo em nome da luta contra a subversão e o comunismo.
Na América Latina, em especial no Brasil, muitos foram os combatentes que optaram pela luta armada, formando inúmeras organizações guerrilheiras que passaram a enfrentar as Ditaduras Militares e lutar pelo socialismo. Algumas das quais dissidentes dos partidos comunistas que abandonavam a perspectiva revolucionária.
A atual presidenta da república, Dilma Rousseff,  participou de uma dessas organizações, acabou sendo presa e torturada. Essas organizações faziam “expropriações proletárias”, assaltos a bancos, etc, para financiar suas atividades políticas e revolucionárias, ações que muitas vezes geravam confrontos.
Na Itália, formaram-se cerca de 500 organizações revolucionárias armadas. Muitos jovens se engajaram nessas organizações, como foi o caso de Cesare Battisti, então com vinte e poucos anos, que passou a militar no Proletários Armados pelo Comunismo.
A repressão acabou matando e prendendo a maioria desses companheiros. Battisti foi um dos tantos presos. Não havia contra ele nenhuma acusação de morte, apenas “atos ilícitos” com o objetivo de financiar atividades políticas.
Battisti consegue fugir do cárcere na Itália e chega à França, onde conquistou o direito ao asilo político oferecido pelo governo Mitterrand, onde viveria tranquilamente até 2004.
Na França, Cesare Battisti vai aos poucos se tornando conhecido como escritor e, por meio de seus livros, relata e denúncia os inúmeros crimes e a violência cometida pelo Estado italiano durante os terríveis “anos de chumbo”.  Este é um dos fatores que fazem com que as forças mais reacionárias da Itália se levantassem contra Battisti” principalmente porque ele não abre mão das suas convicções (a única autocrítica que traz Cesare Battisti  é quanto à tática, por terem superestimado suas forças diante do inimigo), além de relatar a podridão que havia no governo e a farsa de democracia na Itália.
Pelo sistema de delação premiada, criado pela autoritária justiça italiana, os “arrependidos” podiam negociar a redução de suas penas em troca de denúncias (falsas ou verdadeiras). Assim, inúmeras mentiras e acusações infundadas foram feitas durante este período. As versões inventadas eram geralmente tão absurdas que, não raramente, os próprios juízes precisavam ajustar a história contada pelos delatores para torná-las mais parecidas com verdade.
Um Tribunal italiano julga então pela 2ª vez Cesare Battisti, a revelia, num processo sem quaisquer provas materiais. Battisti é condenado à prisão perpétua, sem direito a sol, e todos sabemos que o seu retorno à prisão na Itália significaria sua morte. Battisti já foi vítima de uma tentativa de sequestro por um grupo militar fascista além de ter sofrido inúmeras ameaças de morte na Itália.
A Itália pede a extradição de Cesare à França e pressiona. A França que vive uma nova orientação política, simbolizada pela ascensão do ultraconservador Chirac ao poder, faz com que as autoridades francesas analisem novamente o seu caso e autorizem sua extradição para Itália. Cesare sai da França e depois de passar pelo México chega ao Brasil, onde vem morar no Rio de Janeiro, foi considerado refugiado político no Brasil. Entretanto, vai preso devido à enorme pressão do governo italiano e, encontra-se preso no Brasil há 4 anos, no Presídio de Papuda, em Brasília.
Por que é preciso prender ou matar Cesare Battisti?
No debate da PUC, em São Paulo, chegamos a uma conclusão óbvia: a culpa de Cesare Battisti não é pelo que ele fez ou não fez, mas pelo que ele é, “um subversivo” que não abre mão do seu sonho, é preciso prender ou matar esse sonho, o sonho de uma sociedade sem exploradores e sem um Estado opressor, uma sociedade socialista.
O fazer para libertar Cesare Battisti
Pelo que tudo indica está chegando o momento em que serão tomadas decisões sobre o que acontecerá ao companheiro.
Em 5 de abril, na reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas – Central Sindical e Popular, aprovamos com cerca de 200 companheiros de Sindicatos e Movimentos Populares de todo o país:
1) Que as entidades de classe, movimentos sociais e iniciativas individuais se pronunciem por e-mail, cartas e telegramas exigindo da Presidente Dilma e do STF a libertação imediata de Cesare Battisti, preso ilegalmente no Brasil;
2) Esclarecer na base de nossas categorias a situação de Cesare Battisti.
Comitês pela libertação de Cesare Battisti aguardam o agendamento da data para fazer em Brasília esta que talvez seja a última manifestação pela libertação de Battisti. Vários dos mais importantes intelectuais, parlamentares e entidades têm se posicionado a favor da libertação de Cesare. No debate da PUC/São Paulo os participantes da mesa se comprometeram a ir à Brasília no dia em que for marcado o ato pela libertação de Cesare Battisti.
Em Brasília, companheiros engajados nessa luta, têm realizado reuniões na Câmara de Deputados.
Cabe a estes companheiros em Brasília avaliarem o melhor momento (em breve) e local para fazermos essa Manifestação.
Lembramos que no Ato em São Paulo o Senador Suplicy se colocou à disposição para ajudar a articular e participar dessa Manifestação.
Independentemente das diferenças que existem entre nós que estamos convencidos de que Cesare Battisti não pode continuar preso, devemos estar juntos nessa luta.
É preciso libertar Cesare Battisti e mostrar aos que o perseguem que o seu sonho não poderá ficar aprisionado, nem será morto porque esse sonho não é só dele.


Magno de Carvalho

Diretor do Sintusp

e representante da CSP-Conlutas no Comitê pela Libertação de Cesare Battisti

ENECS 2011 - Inscrições Abertas - 09/05 a 11/07

É minha gente! As inscrições para o XVI ENECS 2011 já estão abertas!

Já temos confirmado o
onibus,de acordo com a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, com saída no dia 16 de julho do campus Guarulhos, com destino à Belo Horizonte MG. o retorno será dia 24 de julho. Parte da política da PRAE, o transporte será gratuíto, porém as inscrições dos eventos são estipuladas de acordo com a Comissão Organizadora do ENECS2011(até 31 de maio, R$70)


Atenção! Serão 900 vagas para um encontro que recebeu em média 2mil pessoas nas ultimas edições.

Eixos de debates propostos pela Comissão Organizadora:
- Expressões culturais no Movimento Estudantil
- Sociologia no Ensino Médio
- Formação do Cientista Social – Teoria e Prática
- Movimentos Sociais
- Opressões
- Universidade Privada
- Políticas Educacionais
- Atuação do Cientista Social

PARA SE INSCREVER, ACESSE:

ENECS 2011 - Inscrições Abertas - 09/05 a 11/07



Leia também::

Carta de apresentação do Movimento Estudantil de Ciências Sociais do Sudeste

“O que queremos de fato é que as Ciências Sociais e os
seus encontros estudantis voltem a ser perigosos.”


(Carta “Faz escuro mas eu canto...” da Coordenação Regional 
dos Estudantes de Ciências Sociais do Nordeste – Novembro de 2009)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

DEBATE:: Plano Nacional de Educação(PNE)

Está em processo de tramitação o novo Plano Nacional de Educação(PNE) e uma ampla discussão se faz necessária.

Estratégias para superação dos problemas educacionais devem, mesmo, passar por soluções privatizantes?

Compareça ao debate do dia 6 de maio, sexta-feira, às 18h, e esteja instrumentalizado na luta pelos nossos direitos.

UNIFESP GUARULHOS
com chuva : sala 4 do CEU
sem chuva : pátio.

Aguardamos a presença de todos.
CAPED-Gestão Boas Novas
2010/2011

segunda-feira, 25 de abril de 2011

MEC abriu as portas do inferno

Na semana passada todos os senadores (e acho que também os deputados federais) receberam em seus gabinetes um documento da Federação Nacional das Escolas Particulares apresentando uma análise do Projeto de Lei do Plano Nacional de Educação na visão do setor privado do país.

A FENEP congrega os sindicatos de estabelecimentos particulares do Amazonas, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Pernambuco, Ceará, Paraíba e Mato Grosso do Sul. Certamente seu posicionamento é representativo de um segmento importante do setor privado da educação brasileira.

Na primeira parte do texto a FENEP tece críticas a Conferência Nacional de Educação. A entidade afirma que é conhecido “o viés ideológico presente na CONAE”, que “desconsiderou a importante participação da Educação Privada na construção do capital educacional, cultural e social brasileiro”. Acusa a CONAE de ter induzido em sua resolução uma visão velada de estatização do ensino.

Na segunda parte do documento são apresentadas propostas de emendas ao PL. Não são muitas as emendas, mas todas são direcionadas aos mesmos objetivos:

1º. Retirar qualquer referência a gratuidade do ensino nas diversas metas de expansão;

2º. Fomentar o desenvolvimento de tecnologias educacionais, mas sem controle de qualidade ou certificação por parte do poder público;

3º. Estabelecer oferta de matrículas em parceria com o setor privado em várias etapas e modalidades, nos moldes do PROUNI; e

4º. Suprimir qualquer referência a regulação do setor privado.

Apresento alguns exemplos de suas emendas:

1. Retiram a expressão “gratuita” da já problemática estratégia 1.4, que trata do estímulo ao crescimento das matrículas de creche via convênios com entidades beneficentes. Com isso tornam a redação ainda mais perigosa.

2. Na estratégia 3.5 alteram a redação que passa a ser: “Fomentar a expansão da oferta de matrículas de educação profissional técnica de nível médio em parceria com entidades privadas de formação profissional, de forma concomitante ao ensino médio público”. Retiraram a expressão “gratuitas” e a restrição a entidades “vinculadas a sistema sindical”. Com essas mudanças a estratégia torna-se ainda mais privatista, dando primazia à expansão via “parceria” com o setor privado.

3. A problemática estratégia 11.6 ficaria ainda pior, passando a ter a seguinte redação: “Expandir a oferta de financiamento estudantil à educação profissional técnica de nível médio em parceria com instituições privadas de nível superior e/ou empresas”. Ampliam o universo de entidades privadas que poderiam se habilitar a abocanhar esta fatia do mercado que foi oferecida pelo texto enviado pelo Executivo.

4. No caso da estratégia 15.5, que trata da política nacional de formação dos professores, a FENEP apresenta uma redação que garante financiamento público para a formação de professores de escolas privadas. A redação seria a seguinte: “Institucionalizar, no prazo de um ano da vigência do PNE, política nacional de formação e valorização dos profissionais de educação, de forma a ampliar as possibilidades de formação em nível superior (graduação, pós-graduação e mestrado) prevendo formas de financiamento público aos estudos”. Ou seja, a entidade pretende que os impostos pagos pelos cidadãos financiem a formação de seus funcionários, tudo isso em nome da igualdade de oportunidades.

5. Em relação à Meta 20 (Financiamento) a Federação apresenta duas propostas singelas. A primeira, a de “prever o PROBASICO, em moldes semelhantes ao PROUNI, como forma de financiamento da educação básica, em regime de colaboração com as entidades privadas”. A segunda, a de “prever, no IRPF, a dedução integral dos gastos com educação, inclusive livros didáticos e demais materiais escolares”. O governo federal quer ampliar a oferta de vagas no ensino profissionalizante por meio de isenção fiscal aos setores privados, mas a FENEP quer um programa para toda a educação básica.

Em resumo, as propostas privatistas inseridas no PL pelo MEC abriram as portas do inferno. Presenciando uma postura mais aberta a ampliação de seus interesses, as entidades do setor privado começam a demonstrar que irão trabalhar no Congresso por mais mercados educacionais.

Assim, mesmo que no discurso o governo federal se apresente como guardião da educação pública, suas proposições ofereceram o ambiente propício para novos ataques ao direito a educação pública em nosso país.

Uma informação adicional. O documento também é composto de uma última parte onde a entidade oferece uma breve discussão conceitual sobre a relação entre público e privado. No texto é dito que os autores do Projeto de Lei, de forma maldosa, confundem os conceitos de público e privado, como forma de reforçar a visão estatizante.

O texto recupera a produção teórica presente da Reforma do Estado de 1995 e defendem a reconstrução do Estado, que “segundo Fernando Henrique, visa à eficácia da ação pública, respeitadas as limitações do mercado, sem minimizar nem destruir as ações do Estado e do governo, e ainda, atendendo os anseios de solidariedade”.

Para a FENEP o documento da CONAE possui um viés conceitual baseado em Gramsci, revelando claras “intenções político-partidárias de dominação”.

Por fim, defendem como modelo para o Brasil as virtuosas experiências internacionais da Inglaterra, Portugal e Chile, que “comprovaram a eficácia da atuação da iniciativa privada nas políticas públicas, com vantagens econômicas para ambas, como também, práticas, em que o particular contratado detém condições de prestar o serviço público com maior qualidade”.

Este breve resumo do documento da FENEP é uma forma que tenho de lançar um alerta a todos os educadores brasileiros: mais uma vez a batalha no PNE será entre público versus privado.

Postado por Luiz Araújo

domingo, 24 de abril de 2011

ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES - UNIFESP CAMPUS GUARULHOS

ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES
PAUTA ÚNICA:
FINANCIAMENTO PRIVADO NA UNIVERSIDADE.
(Quarta-feira, 27/04, das 18h as 19h30 - PATIO CENTRAL)

SERÁ APRESENTADA UMA CARTA SOBRE O ASSUNTO, ASSINADA PELOS CENTROS ACADEMICOS, e DCE. O intuito é levarmos a diante a discussão sobre o finaciamento privado na PRAE (Pró-reitoria de Assuntos Estudantis) e na UNIFESP em geral. 

Também nesta semana vamos confeccionar faixas para divulgação da Assembléia.
A partir das 16h no pátio em frente aos laboratórios de informática
Chamamos para o ato na segunda-feira (02/05) na reunião do  Conselho de Assuntos Estudantis (CAE), para nos manifestarmos sobre a questao do financiamento privado na PRAE (além de registrarmos a entrega da referida carta assinada pelos CAs sobre a questao).

Abracos a todos,
sigamos em luta!
Cahis, Caped, Cacs e estudantes de todos os cursos do campus participam deste debate.

REUNIÃO COM NÚCLEO DE APOIO AO ESTUDANTE::

O NAE chama para discutirmos as políticas de apoio estudantil.

Pautas:
1)Apresentar a equipe do NAE Guarulhos;
2)Apresentar os projetos que se encontram em andamento;
3)Avaliar os atuais serviços oferecidos pelo Núcleo;
4)Elaborar ações e projetos com a participação discente;
5)Estabelecer um calendário de reuniões para consolidar uma Câmara de Políticas de Apoio Estudantil no campus.

DATA: 28 de Abril (quinta-feira)
LOCAL: Sala 9 do CEU,
HORÁRIO: 17:45hs

Contamos com a participação de todos!
Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE/Unifesp-Guarulhos)

I Fórum Repertorial de Habitação Estudantil

A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e a Comissão Paritária para Estudo da Implantação de Moradias Estudantis da Universidade Federal de São Paulo convidam todos a participar do I Fórum Repertorial de Habitação Estudantil, que acontecerá no dia 29 de abril de 2011.

O evento tem como objetivo apresentar experiências e fornecer subsídios para a condução do projeto das moradias universitárias, de modo a delinear diretrizes gerais para as futuras propostas de construção e gestão.

Com o intuito de enriquecer este debate, convidamos um conjunto de palestrantes que têm experiências e pesquisas com enfoque em habitação social, conforme a programação abaixo.

O Fórum ocorrerá no campus São Paulo da UNIFESP, na Rua Botucatu, 740, Vila Clementino, Anfiteatro Leitão da Cunha, das 9:00 às 12:00. As palestras serão na parte da manhã e à tarde faremos um workshop de ideias quanto aos principais formatos de espaço e políticas de moradia para estudantes.


PROGRAMAÇÃO
09:00-09:30 Mesa de Abertura: Reitor da UNIFESP Prof. Dr. Walter M. Albertoni e Pró-Reitor de Assuntos Estudantis Prof. Dr. Luiz Leduíno Neto.
09:30-10:00 Prof. ª Drª Anja Pratschke IAU-USP – Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos – Universidade de São Paulo.
10:00-10:15 Coffee Break
10:15-10:45 Prof. Dr. Prof. Ms. Joan Villà Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie
10:45-11:15 Representante COHAB: Projeto Renova Centro
11:15-12:00 Debate
12:00-14:00 Almoço
14:00-14:30 Profª Drª Ana Cristina Bretas- Presidente da Comissão de Estudo da Construção de Moradias Estudantis - Unifesp
14:30-15:00 Relatório dos Estudantes das Visitas realizadas nas Moradias Estudantis do Estado de São Paulo
15:30-17:00 Discussão e balanço: a construção da Moradia da Unifesp

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ação Realizada: Rebatismo Popular Pres.Médici para Edson Luís

Às 18h do dia 28 de Março de 2011, conforme anunciado no chamado para o Rebatismo Popular em Fortaleza do Centro Social Urbano Pres. Médici para Edson Luís, Os Aparecidos Políticos rebatizaram o local dando o nome ao estudante morto pela ditadura naquele mesmo dia.























A intervenção urbana iniciou-se com a leitura de um Planfeto e terminou com a pintura da faixada do Centro Social que estampava no seu muro um dos ditadores mais sanguinários da Ditadura Militar: Presidente Médici.
A ação contou com a presença de representantes da Associação Anistia 64-68, Coletivo Curto-Circuito, Instituto Frei Tito, Rede Estudantil Combativa e Classista, Organização Resistência Libertária e a Peça de Teatro "Filha da Anistia".



segunda-feira, 28 de março de 2011

Reformas do Ensino Superior - REUNI / PROUNI

"O ensino superior em disputa no governo Lula (2003-2010): entre o privatismo e a expansão do ensino público"
Com Patrícia Tropia (UFU) e Davisson de Souza (Unifesp)


A política educacional do governo Lula expressa, até o presente momento, a  vitória das classes e frações de classe dominantes, em particular do capital financeiro, que contou, para conquistar esta hegemonia, com o apoio da burocracia estatal, vis-a-vis do Ministério da Educação, da burguesia nacional industrial, da nova burguesia de serviços, de alguns setores das classes médias, bem como de setores populares. Por sua vez, encontrou a resistência de alguns setores organizados e de uma fração das classes médias: o funcionalismo público federal, especialmente.


Data: 31/03 - 5ªf, 17h30 - Sala 08 (Unifesp-campus Guarulhos)
 Leia o artigo da Prof. Patrícia Tropia sobre o tema



Promoção: Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE/Unifesp-Guarulhos)/
UC “Estágio Supervisionado em Ciências Sociais II” (Profs. Davisson de Souza e Henrique Parra)

Reunião dos Cursos

Todos os Centros Acadêmicos convocam os estudantes para:

Terça-feira, 29/03 Às 17h30.
Consultem a relação de salas de reunião de cada curso no
Pátio Central (em frente aos Laboratórios de informática)
Sala 16 - Ciências Sociais
Sala 15 - História
Sala 14 -
Sala 13 -
Sala 12 - 
Sala 11 -  
 
Pautas:
-Xerox e acesso à bibliografia das disciplinas
-Transporte Itaquera-Pimentas(campus) e transporte p/ eventos extracurriculares(Prae)
-Bandejão
-Instituição dos Departamentos e eleições dos representantes


quarta-feira, 23 de março de 2011

Reunião do Coletivo dos CAs da UNIFESP-Guarulhos

Compareçam todos à 1ª Reunião de 2011 entre os CAs da UNIFESP guarulhos. Temos muitas pautas para tratar, tragam as suas. AGENDA ME 2011!
23/03/2011 - quarta feira, às 18h

O Grupo de Capoeira Coquinho Baiano Unifesp-Guarulhos fará uma quizumba no C.A.- Espaço de Vivência

I QUIZUMBA CAPOEIRA COQUINHO BAIANO UNIFESP-GUARULHOS
 
Esperamos todo mundo lá! Salve a capoeira! E Axé pra tudo mundo.
Dia 25/03, Proxima Sexta-Feira, à partir das 19h!!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Eleições do Departamento de Ciências Sociais

Estão abertas as inscrições para as eleições do Departamento de Ciências Sociais da EFLCH/UNIFESP - Campus Guarulhos, para os cargos de Chefe e vice-chefe de Departamento,   Coordenador e Vice-Coordenador de Curso de Graduação, Comissão Curricular de Curso e Representantes no Departamento de Ciências Sociais (representação de estudantes e servidores técnico-administrativos).
As inscrições podem ser feitas até o dia 24/03/2011, na Secretaria de Cursos - Campus Guarulhos. As eleições serão realizadas entre os dias 28 de março e 1º de abril de 2011


Get your own Poll!

Debate com os candidatos às eleições do campus Guarulhos:

Debate com os candidatos às eleições do campus Guarulhos:
diretor e vice-diretor acadêmico e Conselho de Campus

Data: 24/03/2011 (5a. feira) - das 18h00 às  19h30

Local:  Auditório Adamastor Pimentas